20 mai

Que minha alma errante

Não pertube os encantados pela aura da

certeza.

Que eu, em minha caminhada torta

E vagarosa…

Não cruze o caminho dos

Corredores

Destemidos

Ágeis.

Que minha voz, agargantada voz!

Não oprima a alegria vã do palhaço incoerente.

Por fim, me contento.

Em ser como sou,

Acuado e incerto

Mas completamente cheio.

De mim.

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20 mai

Prefiro deixar assim,

Como se eu fosse voltar mais tarde…

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A história da minha vida.

18 mai

Fecundei, nasci, vivi, bebi, comi e morri.

Depois, relutei em assumir como sou medíocre.

 (que sou medíocre como qualquer ser vivo.)

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‘Nunca me contento com alguma coisa, estou sempre buscando o impossível, o infinito’.

18 mai

Mestre Guimarães Rosa escreveu essa frase…!

Bom, yo, como buena language’s student tenho que lhes dizer, esta, é mais uma vez, uma tentativa vã de ter um blog. Ok, eu sei que não vou atualizar todos os dias. Que não vou ficar mudando o tema, nem vendo os comentários (cá entre nós, nem sei se vou recebê-los). But, cá estou eu. Para tentar one more time. Preciso dessa extensão da minha cabeça. É dela que sinto falta. Estilo kitnete manja? Rs…

Preciso dessa extensão, because, se eu tiver isso, minha cabeça vai explodir, like Jigsaw… Pressão… Pressão…

E anotem aí, eu ainda vou traduzir um monte de coisa, ainda vou ser a melhor da sala, ainda vou programar em ASP eee… quem sabe um dia, minha postura errante se torne apenas compreensível e indefinida.

Ces’t fini! Welcome to my hole of the tree.

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